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Lançamento do meu livro "O menino que só queria comer tomate"

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 Dia 16 de março aconteceu o lançamento do meu livro "O menino que só queria comer tomate" aqui em Manaus, na Livraria Leitura, que fica no Amazonas Shopping. Foi uma noite muito feliz, em que pude dividir com amigos e familiares a alegria de um sonho realizado.
 O livro está à venda on line nas Livrarias Cultura e Travessa, bem como pela EasyBooks.
 Coração em festa!

Dan - O menino que só queria comer tomate



Sobre ajuda com os filhos

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 O debate está espalhado pelas redes sociais desde que as mesmas invadiram as nossas vidas. Vira e mexe, textos e mais textos polêmicos sobre criação dos filhos entopem nossa TL. Alguns que nos fazem repensar e rever nossos conceitos e outros que a gente preferia nem ter perdido tempo lendo. Mas são ossos do ofício. Nada mais democrático que praia e rede social. As pessoas se expõem da forma que acham melhor e vê quem quer. Uma das coisas que mais aparecem na minha TL, por exemplo, é sobre a tal terceirização dos filhos. Esse termo ganhou proporções gigantescas nos últimos anos. Quando falo sobre isso com as mães das décadas de 90 pra baixo, elas não entendem tanta discussão, tanta marginalização das mães que optam por métodos diferentes e tantos dedos apontados para as diversas formas de criar, fazendo surgir pequenas guerras entre os pais. Ultimamente, colocar filho no mundo, além de todas as dificuldades que já se sabe, ainda temos que enfrentar uma enxurrada de críticas, que as vezes me deixa que nem cego em tiroteio, DESNORTEADA. Quando se começa a falar em opções: escola, babá, avós, a própria mãe etc., D us do Céu!! É complicado! Li tantos textos esculachando as mães que optam pela babá. Mas, sinceramente, é melhor mãe aquela que rejeita a ideia da babá mas põe o filho na escola o dia todo ou deixa com os avós paternos ou maternos? Porque, veja bem, em quaisquer das hipóteses acima, não é a mãe que estará educando o filho. O tempo que a criança está passando é com um terceiro, ou não? Para mim, é uma constatação óbvia. Só que parece mais bonito dizer que não precisa de babá. O que quero defender aqui não é a necessidade da babá ou da vovó ou da escola, e sim as escolhas de cada um e menos julgamento e palpite na vida alheia. Acho que cada pai e mãe sabe o que é melhor para a familia. O importante é estar tranquilo com a escolha que fez.
 Eu tenho a sorte de conviver e conversar com pessoas que vivem todas as realidades possíveis. Eu mesma, ao longo de 5 anos e 3 meses como mãe, já passei por três fases: ajuda integral; sem ajuda; e ajuda parcial. Hoje, com muito mais convicção do que quando comecei a maternar, digo que a coluna do meio funciona muito bem para nós aqui. Como ser humano, tenho as minhas necessidades e ser mãe é um pedaço do todo mas não o todo. Fui notando ao longo do tempo também, que as amigas com ajuda eram bem menos estressadas do que as que nunca tinham ajuda, seja de qual tipo for. O que me levou a outra questão. Seria necessário menos ajuda de fora SE os pais assumissem mais ativamente seu papel de educador e permitissem que as mães tirassem algum tempo para si? Fico então com essa pauta pra pensar porque por aqui tempo esgotado. Hora da papinha do Noah e do almoço do Dan! Fui!!


A chegada dos 35 e o Rubem Alves

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Faltando apenas 2 dias para completar 3.5, ando nostálgica. Ontem ouvi um rock que me remeteu direto as minhas idas ao Bar dos Hell´s Angels...lugar que adorava, mas não existe mais...era 1998, 17 anos, caloura da faculdade de Direito da antiga U.A, hoje UFAM, recém-namorada do meu marido, recém liberta dos nãos dos meus pais, podendo, finalmente, sair à noite com os amigos e chegar depois da meia-noite!! Uau!! Eu estava no céu!!! Os tempos de faculdade foram os melhores da minha juventude. Conheci o amor da minha vida, fiz os melhores amigos que a vida poderia me dar (os bons perduram até hoje), achei que havia encontrado a profissão mais legal do mundo, fui às melhores festas e baladas, passei por 3 greves da universidade que me permitiram viagens e muitas idas aos bares da cidade, onde, desculpem os adeptos do wey protein, tem-se as melhores conversas e as amizades são pra sempre, afinal, desculpem mais uma vez os adeptos do wey, não confio em quem nunca bebe ou não come açúcar de vez em quando. 
 As memórias ainda são frescas e ouso dizer que parece que foi ontem que vivi tudo isso aí. É que ando assustada que agora começo a ficar mais perto dos 40 do que dos 30...é dificil...a certidão de nascimento não mente mas quero dizer que ainda me sinto com 25..hahahahahahahahahaha...ando com certa dificuldade de responder à pergunta "quantos anos você tem?" pior ainda é preencher formulário que não se contenta com data e mês de aniversário. É mesmo necessário escrever o ano que se nasceu? Cadastro de loja eu me recuso a responder o ano que nasci. Pra quê?
 É quase impossível não se fazer um balanço da vida quando o aniversário está chegando. É que nem fim de ano...passa aquele filme na cabeça, a gente faz mil promessas, revê um monte de conceitos etc. Só não gosto de quem diz "a vida me trouxe até aqui..." porque, né? a escolha é nossa, então estou aqui por mim mesma. Olho para trás e vejo claramente que estou onde eu quis estar. Não foi por acaso não. Conforme o tempo foi passando, as escolhas foram se tornando diferentes do que eu havia planejado lá atrás. Fiz muitos planos, mas poucos efetivamente se concretizaram, porque quando vivenciei o momento, mudei de ideia. Sem dúvida, a maternidade foi o momento mais marcante, não por causa do amor pelo filho e toda aquela poesia que já se sabe, mas pela fenda dolorida que se abriu, fazendo-me ir em busca de novos planos porque eu não era a mesma de antes, em nada! Foram mais dores que amor...porque não é fácil desfazer-se do que parecia certo para ir em busca do que nem se sabe. É difícil não saber mais quem se é e só saber quem não mais se é. Costurar uma vida nova em cima do que já se tinha é dolorido. Um novo casamento para uma nova mulher; uma nova atividade para uma nova pessoa; uma nova pessoa para uma recém-mãe. Hoje tá mais fácil lidar com tanta mudança. Já são 5 anos...o tempo não cura mas esfria as dores. E aí que lendo Rubem Alves, bem nessa semana que ando pra dentro, deparo-me: "a felicidade é um dom que deve ser simplesmente gozado. Ela se basta. Mas ela não cria. Não produz pérolas. São os que sofrem que produzem a beleza, para parar de sofrer..." (Ostra feliz não faz pérola. Alves, Rubem, 2014, p.12). E caiu como uma luva. Porque nos últimos 5 anos eu fui a ostra do livro...para parar a dor que o grão de areia causava lá dentro, criei algo brilhante em volta e hoje, como prêmio, tenho a pérola. E essa pérola não é só o que consegui conquistar, é também a ansiedade do que está por vir, o querer coisas novas, o contemplar o que já se tem sem perder o interesse pelo que ainda pode ser. É a mistura de satisfação e ambição, porque quero me sentir viva. Quem se contenta muito, parece-me que já se entregou. Eu quero mais! Bem-vindos, 35! Com saúde pra seguir e amor para fazer valer o esforço!


Rotina das crianças nas férias

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 No post passado, falei sobre as férias mas não deu pra contar os detalhes do dia a dia com as crianças. Comentei que a primeira semana foi difícil e agora posso explicar o motivo. Bom, tirar um bebê da sua rotina é um fator complicador. É um certo desafio viajar com bebês porque é impossível não mexer na rotina deles. Comecemos pelo voo de ida. Era as 14h. As 12h e 30min dei uma mamada ainda em casa e fomos. Ele acabou pedindo um cochilo na sala de espera. Entrou no avião dormindo mas depois de uns 40min, acordou. Enquanto isso, Dan, passada a primeira hora do voo, adormeceu e assim permaneceu por quase 3h. Eis aí uma grande diferença entre os irmãos. Dan sempre foi fácil de dormir em lugares diferentes. Não estranha, não se incomoda com barulho, sempre gostou de dormir no carrinho quando estamos viajando, enfim, tirando os momentos de birra, Dan sempre foi um companheirão de viagem. Onde quer que fôssemos, estava bom. Já o Noah...tem o sono leve. Por isso, qualquer barulho o acorda e não é muuuuito fã de dormir no carrinho. É preciso que esteja extremamente cansado para ceder ao sono. Tanto que das 5h de voo, ele só cochilou duas vezes, 40min cada. Para nossa sorte, apesar de não ter dormido muito, Noah é um bebê tranquilão. Ficou no colo, mexendo em uma ou outra coisa, deixando até a gente assistir um filminho. Não houve choro, nem dor de ouvido, graças a D us! Só que ao chegar no apartamento que alugamos, foi muito dificil fazê-lo dormir em um novo ambiente nos primeiros dias. Nosso sono estava picado e eu comecei a ficar bem cansada. Fui aos poucos tentando atrasar a rotina do sono, para que ao invés de duas mamadas na madrugada, mudássemos para uma. Com uns 9 ou 10 dias isso começou a funcionar. Começávamos a rotina do sono por volta das 21h e 30min, mamada as 22h e ele ia até 4h. Mamava e dormia até as 7h e 30min. Ufa! Comecei a ficar menos cansada. Com o passar dos dias, ele também começou a dormir mais no carrinho enquanto passeávamos. Algumas vezes, tínhamos que embalá-lo, mas outras o cansaço era maior que a vontade de ser embalado e ele dormia por si só. No quesito alimentação, avançamos pouco durante a viagem. Ofereci algumas frutas e dei papinha orgânica algumas vezes, que ele aceitou super bem, mas, antes da viagem, conversei com a pediatra e ela sugeriu que ficássemos mais no leite, pois seria dificil papas naturais e tentativas de três ou mais vezes a mesma papa ou a mesma fruta. Preferi deixar para avançar na introdução alimentar quando voltássemos para Manaus e eu pudesse preparar as papinhas. De qualquer forma, foi muito válida a experiência de introduzir algumas frutas e papas orgânicas por lá. Noah foi amadurecendo, ganhou dois dentinhos e quando chegamos, as papinhas foram mais facilmente aceitas. De lá para cá, ficaram claras algumas preferências: banana e tangerina em relação às frutas e papinha de frango com legumes em relação às comidinhas. 
 De toda essa experiência que passamos,  definitivamente, a dificuldade não é viajar com dois e sim um deles ainda ser um bebê. A preocupação com o bem estar é muito grande. Alguns horários tem que ser respeitados, é preciso saber se o lugar para onde se está viajando tem estrutura para bebês, porque imprevistos acontecem, invariavelmente. Lembro que quando viajamos com o Dan a primeira vez, houve as mesmas dificuldades. Mas depois que ele estava com mais de 2 aninhos, tudo se tranquilizou no que se referia à logística e assim, a dinâmica da viagem corre mais facilmente. A cada viagem com o Dan, a gente se surpreende mais. É lindo ver o amadurecimento e a nova perspectiva com que ele observa o mundo a sua volta. Por vezes, repetimos os mesmo lugares que outros anos mas o olhar foi totalmente diferente e cheio de opinião. Aliás, é o que de melhor trazemos nas bagagens: novas experiências e muitas historias para contar e guardar na memória. Viajar,  para mim, definitivamente, é um grande investimento que se faz para os filhos e para nós mesmos. É a possibilidade de, em um curto espaço de tempo, a gente se tornar diferente, só que para melhor.


As primeiras férias como mãe de dois a gente não esquece

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 Eu disse no post passado que voltaria pra contar...então, aqui estou eu, embora cansada e gripada, pronta pra relatar como foram os 20 dias de férias como mãe de dois.
 Comecemos ainda em Manaus...postei uma foto na hora do embarque com as crias no carrinho duplo que levei pra viagem na página que o blog tem no facebook. Uma leitora criticou o fato do Dan estar num carrinho, alegando que eu estava "infantilizando-o". Bom, acho redundante infantilizar quem ainda é infante. Uma criança de 5 anos no carrinho por causa de uma viagem longa e que vai exigir muito dele, soa-me bastante natural o uso de algo que foi inventado para facilitar a vida das crianças e dos pais. Afinal, íamos rodar em parques e claro que o Daniel iria se cansar. Imagina carregar quase 20kg por duas horas? Enfim, a viagem só confirmou que tomei a melhor decisão. O carrinho duplo foi muuuuuito útil. Tanto Dan quanto Noah dormiram e descansaram à vontade enquanto rodávamos pelos parques de Orlando, principalmente. Aliás, é quase impossível ver familias sem o uso do carrinho por lá. Legal pra quem tá grávida e em dúvida quanto ao modelo; é um mais interessante que o outro. Inclusive, as grávidas podem alugar cadeira para necessidades especiais caso não queiram se esforçar demais andando por 6h ou mais horas. Lembro que quando fiz o enxoval do Dan por lá, andei muito e tive que parar várias vezes pra descansar. Deveria ter usado a cadeira...rsrsrsrsrsrsrsrs
 Antes de irmos pra Orlando, passamos 10 dias em Aventura, um dos Distritos que mais gosto em Miami. Alugamos um apartamento de 2 quartos (minha irmã também foi conosco) pelo site Airbnb. Eu adoro o site, acho super confiável, demos sorte que a dona do imóvel era brasileira, assim ficamos nos falando via whatsapp. Chegando lá, já tinham sido feitas as primeiras compras, o berço pro Noah já estava montado no quarto do casal, tudo limpo e arrumadinho, conforme o prometido. Particularmente, depois que viramos pais, eu e meu marido preferimos nos hospedar em casa/apartamento. A gente gosta de dar espaço às crianças, cozinhar, fazer nada em casa, enfim...recomendo a experiência. Quanto ao carro, alugamos pelo site rent a cars mas caso você não goste de dirigir, baixe o app Uber e peça um carro. Eles estão a 2 minutos de você, onde quer que esteja. São carros novos, você já fica sabendo quem é o motorista, tudo super bacana e rapidíssimo! 
 Bom, a primeira semana foi puuuunk! Noah estranhou ambiente, um dente saiu e foi aquele enjoo e diarreias, dificuldade pra se adaptar à rotina, enfim, um perrengue. Lá pelo quinto ou sexto dia, as coisas começaram a se acalmar. A chegada da minha irmã também foi muito válida. Eram mais dois braços pra dividir os cuidados com as crianças. Pra completar, com a mudança de clima, marido caiu doente e depois foram adoecendo Dan, Noah e eu. Ainda bem que todos foram se recuperando de forma rápida e pudemos aproveitar os passeios a que tínhamos nos proposto. Eu e Giovanni sentimos o baque de uma viagem com mais um filho. Não é fácil, ainda mais sendo um deles, um bebê de 7 meses. A gente não costuma viajar levando a babá, é um momento que gostamos de estar só entre nós e apesar de entender quem opta por levar, mesmo estando bem cansada, perduro na decisão de que só a familia convivendo é muito bom!!! É uma oportunidade quase única de se observar diuturnamente o desenvolver dos filhos, sem perder nenhum momento sequer. Porque, infelizmente, na rotina do dia a dia, a gente acaba perdendo. Seja quando meu marido passa o dia trabalhando e não pode assistir aquela gargalhada linda que Noah aprendeu a dar, seja quando fui deixar o Dan na escola e deixei o Noah em casa e justamente nesse momento ele faz algo diferente e tenho que me contentar com o relato dos meus braços direito e esquerdo que me ajudam em casa. Seja algo surpreendente que a professora do Dan me conta ou manda foto pelo whatsapp. Essa convivência nas férias, que adoro chamar de imersão familiar é algo engrandecedor para todos. Há 4 anos repetimos esse momento e espero poder repetir por muitos anos. A gente tende a falar dos filhos sempre como algo pesado e extremamente cansativo (e é mesmo) mas deixa de falar mais sobre a beleza que é observá-los e criá-los. Os anos passam rápido demais e antes que eles deixem de querer fazer essas viagens com a gente, achando "mó pé no saco", sigo firme de que o melhor que posso oferecer para meus filhos é a minha presença e lugares e experiências novas. 
 Os primeiros dias em Miami me renderam um encontro inusitado. Pude conhecer pessoalmente a Rita, que conheci na blogosfera! Ela, que mora em Boston, estava de passagem por Miami, mandou mensagem pela página do blog no facebook e voilà! Pude conhecer a linda Liana!!! Batemos um papo incrível e foi uma noite muito bacana que guardarei com muito carinho.
 Dessa vez, só conseguimos ir à praia uma vez. O tempo esfriou e não pudemos desfrutar das praias lindas da Flórida. Mas quem quiser curtir uma praia que lembra a Califórnia, recomendo a visita às praias de Deerfield!! Muito lindas! A vantagem de menos praia é que pude levar Dan a lugares novos: Miami Childrens Museum, lugar muito bacana, super interativo, onde Dan pôde experimentar ser bombeiro, médico, piloto, policial, comandante, artista, músico etc. Outro lugar imperdível é o Planet Air, onde são espalhadas camas elásticas gigantes e muitas tirolesas e outras geringonças. Eu pulei horrores com o Dan. Adoramos muito!!!
 Como sou fã de museus, sempre que viajamos escolho uns pra levar o Dan. Deixo ele obsrevar e depois me dizer o que ele mais gostou e o porquê. Os escolhidos da vez foram o Perez Art Museum, o Vizcaya Museum and Gardens e o Wynwood Walls, que conhecemos ano passado mas estava com exposição nova. Todos lugares lindos que valem muito a visita, afinal, Miami não é só compras, ainda mais com esta cotação!! Rsrsrsrsrsrs
 Em Orlando, escolhemos os parques que interessavam ao Dan: Islands of Adventure e Universal Studios. Foi lindo demais ver os olhinhos dele brilhando ao ver os Transformers e todos os personagens dos Vingadores que ele tanto adora. Ele ficou em extase porque pôde ir em alguns brinquedos. Ficou se achando o grande! rsrsrsrsrsrsrs. O mundo de Jurassic park também foi muito bacana mas o brinquedo que ele queria estava com fila de 1h e não pudemos esperar pois estava perto de anoitecer e esfriar mais e quisemos poupar o Noah. Ficará pra próxima! Ah, em Orlando, também fiz uso do site Airbnb e escolhemos uma casa em Kissimee, que tem ótima estrutura, fora do bafafá da International Drive e perto dos parques ao mesmo tempo!

A querida Rita e sua Liana! Que feliz encontro!!!

Entrada do Pérez Museum


A arte do foguete que o Dan mais gostou no Pérez!

Conhecendo os Transformers


Com medo T-Rex

Os lindos jardins do Vizcaya

Eu minha irmã Rebs enlouquecidas com as incríveis artes do Wynwood Walls



Nova vida pós amamentação

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 À medida que Noah vai crescendo, o tempo fica cada vez mais escasso. Escrever é algo que adoro fazer, mas, por enquanto, tá quase impossível. Quando não estou com os filhos, estou resolvendo pendências da casa ou minhas, que ainda sou filha de D us!! Rsrsrsrsrsrs...Chegamos aos 6 meses, fase nova de introdução das primeiras papinhas. Impossível não fazer comparação com o Dan, que foi um bebê exemplo e abria o bocão para tudo o que era oferecido. Poucas vezes fiquei frustrada porque ele rejeitou algo. Já o Noah...tem sido mais dificil. É mais fácil vê-lo comer a fruta batida no leite...papa vai com MUITA dificuldade. Tentei o método BLW, que deu certo com o melão, por exemplo. Então, vou tentando o que dá certo, sem me apegar a um método exclusivamente. Eu que não sabia o que era perrengue com o Dan, fui agora entender quando as mães diziam que faziam qualquer coisa pros filhos comerem. A gente faz mesmo! Ou seja, ser mãe de segunda viagem é um novo tapa na cara porque um filho não é igual ao outro e a gente continua tendo que se reinventar. Estamos a caminho dos 6 meses e 4 semanas e conforme Noah foi conhecendo novos sabores, ele foi rejeitando o peito. Eu achava que isso jamais iria acontecer porque Noah era apaixonado pelo peito, principalmente na hora de dormir. Comecei a vê-lo chorar quando eu o colocava para mamar, passaram-se alguns dias e ele começou a me empurrar e aos 6 meses e 16 dias, Noah mamou no peito pela última vez. Talvez tivesse largado uns três dias antes, mas forcei...não queria deixar de amamentar. Era um momento tão nosso e eu não havia me preparado pra essa separação aos 6 meses e meio...achava que íamos mais longe, porém, ele decidiu que não seria assim e eu tive que acatar. Sofri, chorei, mas fiquei feliz por ter chegado mais longe do que consegui com o Dan. Fiquei feliz porque foi sem qualquer trauma para o Noah, que muito maduro e independente, disse CHEGA! Tenho sentido um misto de felicidade e melancolia. É estranho e ao mesmo tempo libertador voltar a caber nos sutiãs que você achava que tão cedo iria voltar a usar. É esquisito não ter que pensar se a roupa é fácil para amamentar ou não. Mais estranho ainda é sentir saudade daquela fisgada quando as mamas começavam a encher e você já sabia que era hora do encontro. É engraçado se olhar no espelho e não ver peitos que chegavam primeiro que você nos lugares. É um certo vazio você voltar a ser quase só você, depois de uma gravidez e 6 meses amamentando. A gente se acostuma a não se pertencer. E quando a gente volta a se pertencer, a gente não se reconhece. É dificil tentar voltar a pensar um pouco em si. Parece mais fácil deixar-se de lado porque o tempo todo é de outrem. E nesse emaranhado de novidades, chegou dezembro, mês das festas e das nossas férias. As primeiras pós Noah. Serão 20 dias e confesso que sinto um frio danado na barriga! Daremos conta? D us sempre ajuda quem cedo madruga, né?! Tá tudo certo então...rsrsrsrsrsrsrs
Assim que houver tempo, volto para contar se sobrevivemos às férias ou se fomos engolidos!


5 meses de Noah e algumas verdades secretas

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 Não é novela das 23h, mas quem é mãe de bebê sabe...a rotina exaustiva dá uma novela e tanto! Certo é que após o terceiro mês o tempo passa mais rápido. A gente começa a voltar a fazer algumas coisinhas por si e o sol para de nascer quadrado...rsrsrsrsrsrsrs. Noah tem uma rotina bem estabelecida e, como todo bebê, reclama se as coisas não ocorrem no horario devido. Fome e sono o deixam muito bravo e as 19h se atrasarmos o banho do soninho é um chorôrô daqueles bem agudos! A ordem é: banho, pijama, peito e berço. Seu sono é tranquilo até 1h ou 2h da manhã. Acorda para mamar e dorme novamente até 5h...mas nem sempre é um sono tranquilo. As vezes os gazes atrapalham e o sono fica extremamente agitado. Alguns dias da semana tenho ajuda noturna e é quando durmo a noite toda e acordo pela manhã para amamentar. Quando estou só, amamento todas as vezes. Por falar em amamentação, seguimos bem na forma mista. Tive medo que não fosse mais produzir leite mas graças a D´us está tudo ótimo e Noah mama a mamadeira ou o peito sem problema algum. Daqui duas ou três semanas vamos iniciar as frutas e é uma fase que me deixa ansiosa por saber se haverá boa aceitação ou não. Lembro que com o Dan foi muito bacana. Adorou de cara mamão e banana. Depois veio suquinho de laranja, papinha de pera, maçã (a única que ele rejeitou) etc. Uma nova fase que acho bem marcante na vida da familia. Aliás, falando em familia, coisa linda foi ver o amor do Daniel surgindo pelo irmão. Nada parecido com o dificil começo de meses atrás. Conforme fui voltando a ser mais presente na sua vida, Dan foi se apaixonando pelo irmão e entendendo que meu amor por ele continuava intacto. A insegurança deu lugar ao amor fraterno puro, genuíno, lindo de acompanhar. Vez ou outra uma ceninha boba de ciúme mas tudo bem, ele tem só 5 anos. Só 5 anos...parece que foi ontem! Meu bebê já está um rapazinho; sabe dizer a que veio e os desafios estão crescendo junto com ele. Nada fácil, mas ao mesmo tempo maravilhoso. Há dias em que minha paciência está no chão e minha vontade é de sumir 3 dias. É dificil lidar com o cansaço físico provocado por um bebê e ainda o cansaço emocional do mais velho. É uma dupla jornada que me faz vivenciar todas as cores do arco-íris, passando também por muitos tons de cinza! Porém, todo o amor se renova quando assisto e posso aplaudir a evolução de cada um deles. Tem uma coisa de ego, sabe? Mãe fica gabola quando filho é elogiado ou quando o vê reproduzir algo que se ensinou. Não tem jeito, mãe é vaidosa e gosta de ver resultado do seu trabalho. Quer coisa mais bacana do que ouvir seu filho dizer "por favor" e "obrigado" sem termos que dizer uma palavra? Ou quando ele reprova alguém que jogou lixo na rua? Ou ainda quando repreende aquele palavrão que você soltou num momento de muita raiva no trânsito? (quem nunca?)...pois é, nessa horas vejo que todo suor, cansaço, olheiras, desgaste etc, tem valido a pena. E não demora, já terei outro para me gabar dos grandes feitos, afinal, melhor que um, são dois me dando orgulho né não? Por isso, posso dizer que a vida vai bem, obrigada! Uns acertos aqui, alguns erros acolá, quilos ainda por perder, muitas horas de sono atrasadas, peitos que chegam primeiro nos lugares e somada a isso, uma vontade enorme de fazer meus seres serem cada vez mais humanos. Desse jeito vou vivendo, UM DIA DE CADA VEZ!




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