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As primeiras férias como mãe de dois a gente não esquece

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 Eu disse no post passado que voltaria pra contar...então, aqui estou eu, embora cansada e gripada, pronta pra relatar como foram os 20 dias de férias como mãe de dois.
 Comecemos ainda em Manaus...postei uma foto na hora do embarque com as crias no carrinho duplo que levei pra viagem na página que o blog tem no facebook. Uma leitora criticou o fato do Dan estar num carrinho, alegando que eu estava "infantilizando-o". Bom, acho redundante infantilizar quem ainda é infante. Uma criança de 5 anos no carrinho por causa de uma viagem longa e que vai exigir muito dele, soa-me bastante natural o uso de algo que foi inventado para facilitar a vida das crianças e dos pais. Afinal, íamos rodar em parques e claro que o Daniel iria se cansar. Imagina carregar quase 20kg por duas horas? Enfim, a viagem só confirmou que tomei a melhor decisão. O carrinho duplo foi muuuuuito útil. Tanto Dan quanto Noah dormiram e descansaram à vontade enquanto rodávamos pelos parques de Orlando, principalmente. Aliás, é quase impossível ver familias sem o uso do carrinho por lá. Legal pra quem tá grávida e em dúvida quanto ao modelo; é um mais interessante que o outro. Inclusive, as grávidas podem alugar cadeira para necessidades especiais caso não queiram se esforçar demais andando por 6h ou mais horas. Lembro que quando fiz o enxoval do Dan por lá, andei muito e tive que parar várias vezes pra descansar. Deveria ter usado a cadeira...rsrsrsrsrsrsrsrs
 Antes de irmos pra Orlando, passamos 10 dias em Aventura, um dos Distritos que mais gosto em Miami. Alugamos um apartamento de 2 quartos (minha irmã também foi conosco) pelo site Airbnb. Eu adoro o site, acho super confiável, demos sorte que a dona do imóvel era brasileira, assim ficamos nos falando via whatsapp. Chegando lá, já tinham sido feitas as primeiras compras, o berço pro Noah já estava montado no quarto do casal, tudo limpo e arrumadinho, conforme o prometido. Particularmente, depois que viramos pais, eu e meu marido preferimos nos hospedar em casa/apartamento. A gente gosta de dar espaço às crianças, cozinhar, fazer nada em casa, enfim...recomendo a experiência. Quanto ao carro, alugamos pelo site rent a cars mas caso você não goste de dirigir, baixe o app Uber e peça um carro. Eles estão a 2 minutos de você, onde quer que esteja. São carros novos, você já fica sabendo quem é o motorista, tudo super bacana e rapidíssimo! 
 Bom, a primeira semana foi puuuunk! Noah estranhou ambiente, um dente saiu e foi aquele enjoo e diarreias, dificuldade pra se adaptar à rotina, enfim, um perrengue. Lá pelo quinto ou sexto dia, as coisas começaram a se acalmar. A chegada da minha irmã também foi muito válida. Eram mais dois braços pra dividir os cuidados com as crianças. Pra completar, com a mudança de clima, marido caiu doente e depois foram adoecendo Dan, Noah e eu. Ainda bem que todos foram se recuperando de forma rápida e pudemos aproveitar os passeios a que tínhamos nos proposto. Eu e Giovanni sentimos o baque de uma viagem com mais um filho. Não é fácil, ainda mais sendo um deles, um bebê de 7 meses. A gente não costuma viajar levando a babá, é um momento que gostamos de estar só entre nós e apesar de entender quem opta por levar, mesmo estando bem cansada, perduro na decisão de que só a familia convivendo é muito bom!!! É uma oportunidade quase única de se observar diuturnamente o desenvolver dos filhos, sem perder nenhum momento sequer. Porque, infelizmente, na rotina do dia a dia, a gente acaba perdendo. Seja quando meu marido passa o dia trabalhando e não pode assistir aquela gargalhada linda que Noah aprendeu a dar, seja quando fui deixar o Dan na escola e deixei o Noah em casa e justamente nesse momento ele faz algo diferente e tenho que me contentar com o relato dos meus braços direito e esquerdo que me ajudam em casa. Seja algo surpreendente que a professora do Dan me conta ou manda foto pelo whatsapp. Essa convivência nas férias, que adoro chamar de imersão familiar é algo engrandecedor para todos. Há 4 anos repetimos esse momento e espero poder repetir por muitos anos. A gente tende a falar dos filhos sempre como algo pesado e extremamente cansativo (e é mesmo) mas deixa de falar mais sobre a beleza que é observá-los e criá-los. Os anos passam rápido demais e antes que eles deixem de querer fazer essas viagens com a gente, achando "mó pé no saco", sigo firme de que o melhor que posso oferecer para meus filhos é a minha presença e lugares e experiências novas. 
 Os primeiros dias em Miami me renderam um encontro inusitado. Pude conhecer pessoalmente a Rita, que conheci na blogosfera! Ela, que mora em Boston, estava de passagem por Miami, mandou mensagem pela página do blog no facebook e voilà! Pude conhecer a linda Liana!!! Batemos um papo incrível e foi uma noite muito bacana que guardarei com muito carinho.
 Dessa vez, só conseguimos ir à praia uma vez. O tempo esfriou e não pudemos desfrutar das praias lindas da Flórida. Mas quem quiser curtir uma praia que lembra a Califórnia, recomendo a visita às praias de Deerfield!! Muito lindas! A vantagem de menos praia é que pude levar Dan a lugares novos: Miami Childrens Museum, lugar muito bacana, super interativo, onde Dan pôde experimentar ser bombeiro, médico, piloto, policial, comandante, artista, músico etc. Outro lugar imperdível é o Planet Air, onde são espalhadas camas elásticas gigantes e muitas tirolesas e outras geringonças. Eu pulei horrores com o Dan. Adoramos muito!!!
 Como sou fã de museus, sempre que viajamos escolho uns pra levar o Dan. Deixo ele obsrevar e depois me dizer o que ele mais gostou e o porquê. Os escolhidos da vez foram o Perez Art Museum, o Vizcaya Museum and Gardens e o Wynwood Walls, que conhecemos ano passado mas estava com exposição nova. Todos lugares lindos que valem muito a visita, afinal, Miami não é só compras, ainda mais com esta cotação!! Rsrsrsrsrsrs
 Em Orlando, escolhemos os parques que interessavam ao Dan: Islands of Adventure e Universal Studios. Foi lindo demais ver os olhinhos dele brilhando ao ver os Transformers e todos os personagens dos Vingadores que ele tanto adora. Ele ficou em extase porque pôde ir em alguns brinquedos. Ficou se achando o grande! rsrsrsrsrsrsrs. O mundo de Jurassic park também foi muito bacana mas o brinquedo que ele queria estava com fila de 1h e não pudemos esperar pois estava perto de anoitecer e esfriar mais e quisemos poupar o Noah. Ficará pra próxima! Ah, em Orlando, também fiz uso do site Airbnb e escolhemos uma casa em Kissimee, que tem ótima estrutura, fora do bafafá da International Drive e perto dos parques ao mesmo tempo!

A querida Rita e sua Liana! Que feliz encontro!!!

Entrada do Pérez Museum


A arte do foguete que o Dan mais gostou no Pérez!

Conhecendo os Transformers


Com medo T-Rex

Os lindos jardins do Vizcaya

Eu minha irmã Rebs enlouquecidas com as incríveis artes do Wynwood Walls



Nova vida pós amamentação

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 À medida que Noah vai crescendo, o tempo fica cada vez mais escasso. Escrever é algo que adoro fazer, mas, por enquanto, tá quase impossível. Quando não estou com os filhos, estou resolvendo pendências da casa ou minhas, que ainda sou filha de D us!! Rsrsrsrsrsrs...Chegamos aos 6 meses, fase nova de introdução das primeiras papinhas. Impossível não fazer comparação com o Dan, que foi um bebê exemplo e abria o bocão para tudo o que era oferecido. Poucas vezes fiquei frustrada porque ele rejeitou algo. Já o Noah...tem sido mais dificil. É mais fácil vê-lo comer a fruta batida no leite...papa vai com MUITA dificuldade. Tentei o método BLW, que deu certo com o melão, por exemplo. Então, vou tentando o que dá certo, sem me apegar a um método exclusivamente. Eu que não sabia o que era perrengue com o Dan, fui agora entender quando as mães diziam que faziam qualquer coisa pros filhos comerem. A gente faz mesmo! Ou seja, ser mãe de segunda viagem é um novo tapa na cara porque um filho não é igual ao outro e a gente continua tendo que se reinventar. Estamos a caminho dos 6 meses e 4 semanas e conforme Noah foi conhecendo novos sabores, ele foi rejeitando o peito. Eu achava que isso jamais iria acontecer porque Noah era apaixonado pelo peito, principalmente na hora de dormir. Comecei a vê-lo chorar quando eu o colocava para mamar, passaram-se alguns dias e ele começou a me empurrar e aos 6 meses e 16 dias, Noah mamou no peito pela última vez. Talvez tivesse largado uns três dias antes, mas forcei...não queria deixar de amamentar. Era um momento tão nosso e eu não havia me preparado pra essa separação aos 6 meses e meio...achava que íamos mais longe, porém, ele decidiu que não seria assim e eu tive que acatar. Sofri, chorei, mas fiquei feliz por ter chegado mais longe do que consegui com o Dan. Fiquei feliz porque foi sem qualquer trauma para o Noah, que muito maduro e independente, disse CHEGA! Tenho sentido um misto de felicidade e melancolia. É estranho e ao mesmo tempo libertador voltar a caber nos sutiãs que você achava que tão cedo iria voltar a usar. É esquisito não ter que pensar se a roupa é fácil para amamentar ou não. Mais estranho ainda é sentir saudade daquela fisgada quando as mamas começavam a encher e você já sabia que era hora do encontro. É engraçado se olhar no espelho e não ver peitos que chegavam primeiro que você nos lugares. É um certo vazio você voltar a ser quase só você, depois de uma gravidez e 6 meses amamentando. A gente se acostuma a não se pertencer. E quando a gente volta a se pertencer, a gente não se reconhece. É dificil tentar voltar a pensar um pouco em si. Parece mais fácil deixar-se de lado porque o tempo todo é de outrem. E nesse emaranhado de novidades, chegou dezembro, mês das festas e das nossas férias. As primeiras pós Noah. Serão 20 dias e confesso que sinto um frio danado na barriga! Daremos conta? D us sempre ajuda quem cedo madruga, né?! Tá tudo certo então...rsrsrsrsrsrsrs
Assim que houver tempo, volto para contar se sobrevivemos às férias ou se fomos engolidos!


5 meses de Noah e algumas verdades secretas

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 Não é novela das 23h, mas quem é mãe de bebê sabe...a rotina exaustiva dá uma novela e tanto! Certo é que após o terceiro mês o tempo passa mais rápido. A gente começa a voltar a fazer algumas coisinhas por si e o sol para de nascer quadrado...rsrsrsrsrsrsrs. Noah tem uma rotina bem estabelecida e, como todo bebê, reclama se as coisas não ocorrem no horario devido. Fome e sono o deixam muito bravo e as 19h se atrasarmos o banho do soninho é um chorôrô daqueles bem agudos! A ordem é: banho, pijama, peito e berço. Seu sono é tranquilo até 1h ou 2h da manhã. Acorda para mamar e dorme novamente até 5h...mas nem sempre é um sono tranquilo. As vezes os gazes atrapalham e o sono fica extremamente agitado. Alguns dias da semana tenho ajuda noturna e é quando durmo a noite toda e acordo pela manhã para amamentar. Quando estou só, amamento todas as vezes. Por falar em amamentação, seguimos bem na forma mista. Tive medo que não fosse mais produzir leite mas graças a D´us está tudo ótimo e Noah mama a mamadeira ou o peito sem problema algum. Daqui duas ou três semanas vamos iniciar as frutas e é uma fase que me deixa ansiosa por saber se haverá boa aceitação ou não. Lembro que com o Dan foi muito bacana. Adorou de cara mamão e banana. Depois veio suquinho de laranja, papinha de pera, maçã (a única que ele rejeitou) etc. Uma nova fase que acho bem marcante na vida da familia. Aliás, falando em familia, coisa linda foi ver o amor do Daniel surgindo pelo irmão. Nada parecido com o dificil começo de meses atrás. Conforme fui voltando a ser mais presente na sua vida, Dan foi se apaixonando pelo irmão e entendendo que meu amor por ele continuava intacto. A insegurança deu lugar ao amor fraterno puro, genuíno, lindo de acompanhar. Vez ou outra uma ceninha boba de ciúme mas tudo bem, ele tem só 5 anos. Só 5 anos...parece que foi ontem! Meu bebê já está um rapazinho; sabe dizer a que veio e os desafios estão crescendo junto com ele. Nada fácil, mas ao mesmo tempo maravilhoso. Há dias em que minha paciência está no chão e minha vontade é de sumir 3 dias. É dificil lidar com o cansaço físico provocado por um bebê e ainda o cansaço emocional do mais velho. É uma dupla jornada que me faz vivenciar todas as cores do arco-íris, passando também por muitos tons de cinza! Porém, todo o amor se renova quando assisto e posso aplaudir a evolução de cada um deles. Tem uma coisa de ego, sabe? Mãe fica gabola quando filho é elogiado ou quando o vê reproduzir algo que se ensinou. Não tem jeito, mãe é vaidosa e gosta de ver resultado do seu trabalho. Quer coisa mais bacana do que ouvir seu filho dizer "por favor" e "obrigado" sem termos que dizer uma palavra? Ou quando ele reprova alguém que jogou lixo na rua? Ou ainda quando repreende aquele palavrão que você soltou num momento de muita raiva no trânsito? (quem nunca?)...pois é, nessa horas vejo que todo suor, cansaço, olheiras, desgaste etc, tem valido a pena. E não demora, já terei outro para me gabar dos grandes feitos, afinal, melhor que um, são dois me dando orgulho né não? Por isso, posso dizer que a vida vai bem, obrigada! Uns acertos aqui, alguns erros acolá, quilos ainda por perder, muitas horas de sono atrasadas, peitos que chegam primeiro nos lugares e somada a isso, uma vontade enorme de fazer meus seres serem cada vez mais humanos. Desse jeito vou vivendo, UM DIA DE CADA VEZ!




A primeira aula de dança materna do Noah

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 Ainda estou aqui babando as fotos da primeira aula de dança materna que participei com o Noah. Foi lindo, emocionante, relaxante, tudo de bom. Indico muito pras mamães que querem sair um pouco de casa, relaxar e bater papo com outras mamães! Abaixo, a explicação sobre o que é a dança materna e onde você pode encontrar aqui em Manaus:

O que é a Dança Materna? 
A Dança Materna é um projeto de atenção integral à mãe e ao bebê, desde a gestação até os três anos de vida. A aula para Mães e Bebês de Colo e Engatinhantes, mais do que propor que se coloque um bebê no sling e saia dançando, traz um olhar para a experiência estética vivenciada pela mãe e pelo bebê, para os cuidados com a mulher no pós-parto e com o bebê, sob os aspectos físicos, emocionais, do vínculo com sua mãe e da interação e das brincadeiras entre ele e os outros bebês. O contexto é considerado em toda sua complexidade e e delicadeza e o momento da dança é o auge nesta teia de sentidos e relações. 

A Dança Materna para Mães e Bebês, além de propiciar a vivência especial de dançar em dupla (ou em trio, já que o pai é sempre bem vindo), possibilita à mulher o retorno à vida social depois do parto, a otimização da redução de peso, reeducação corporal (que refletirá positivamente no modo de carregar e amamentar o bebê) e incentiva o mútuo-conhecimento entre mãe e filho. As aulas são ainda um momento de troca com outras mulheres que estão atravessando a mesma fase da vida.
Para o bebê traz o conforto do balanço na dança, proximidade com a mãe e relaxamento num ambiente onde a amamentação é incentivada. As mães têm relatado redução na incidência de cólicas e melhora no sono dos bebês.

Onde encontrar? 
As aulas acontecem em todo o Brasil, em Manaus no Beta Positivo Quintal 
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 Rua Natal, 601 Adrianópolis, com a profa. Thati Gobeth, todas as sextas às 14 horas e aos Sábados às 10h30. 
Maiores informações 

 3345-5005 | 98114-7343.
















A primeira viagem do Noah

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 Todo ano vamos a São Paulo pra revisão ortopédica do Dan, que usa bota desde os 2 anos de idade. Geralmente, vamos em agosto; mas com a chegada do Noah em junho, achamos melhor esperar ele completar 4 meses para estrear no avião. Eu não estava tão ansiosa porque minha experiência com o Daniel sempre foi maravilhosa em matéria de viagens. Dan adora viajar, não tem dores de ouvido, dorme bem durante o voo, seja diurno ou noturno e agora já presta atenção nos filmes e entretenimentos que as companhias aéreas disponibilizam. Foram 4 dias apenas, porém intensos para dar tempo de fazer tudo o que gostaríamos. Saímos de Manaus perto das 17h, usei sling para carregar o Noah, que é uma mão na roda, pois permite que os braços fiquem livres. Levamos uma mala para os dois, pois tentei ser bem econômica, já que era uma viagem curta e ainda trouxemos roupas sem uso. Apesar de sempre preferir viajar só nós, dessa vez meu braço direito em casa foi conosco. E foi ótimo! Como ela está em nossa casa há quase 4 anos, a sintonia é muito boa com as crianças e conosco, foi uma grande ajuda em todos os momentos, enfim, valeu! O primeiro dia em Sampa foi logo reservado pra consulta do Daniel. Saímos de lá muito felizes com a noticia de que o tratamento acabou e ele estava liberado da bota! Os pezinhos que antes eram chatos, criaram curva e o andar está perfeito! Os dias que se seguiram foram só de diversão. Conseguimos conhecer a Chácara da Turma da Mônica que encantou o Daniel e a todos nós. Eu que sempre fui fã de carteirinha e colecionei por anos as revistas em quadrinhos estava mais feliz que as crianças...rsrsrsrsrsrsrs...lugar ótimo para almoçar e brincar! A cidade estava cheia de entretenimento voltado para o dia das crianças. Levamos o Dan ao drive in do JK Iguatemi e ele curtiu muito. Saiu de lá feliz da vida carregando o seu carrinho feito de papelão. A sorte é que deu pra desmontar e trazer na mala! Rsrsrsrsrsrsrs...como estávamos com ajuda, eu e marido conseguimos sair um pouquinho e foi uma delicia encontrar pessoas queridas que moram por lá! O encontro mais inusitado foi ao acaso em um restaurante na Vilaboim, onde dei de cara com a querida Debora que escreve o Filhos em Quadrinhos!! Deb, amei demais encontrá-la ao vivo e em cores!!! Nossa! Muito bacana!
 A volta pra casa foi na manhã do domingo. As crianças estavam tão exaustas que dormiram o voo todo! Rsrsrsrsrsrs...viagem curta mas que valeu por duas!! Sou suspeita porque adoro SP, mesmo com transito, céu nem sempre azul e muito concreto!



Debora linda!! 






Da amamentação mista

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 Perto de completar 120 dias de amamentação, houve um susto. Acordei com peito cheio de leite, amamentei e fui ordenhar o outro, como de costume - desde que cheguei do hospital, ordenhei e fiz estoque de leite para quando eu voltasse a dirigir e a me ausentar, Noah tivesse leite garantido - enquanto eu ordenhava, fui conferir quanto já havia e para meu espanto, ao invés de 40ml de leite, havia somente sangue e um coágulo. Dei um grito, meu marido e minha secretária vieram me ajudar, limpei a mama esquerda, achando ser alguma rachadura, mas, a dor vinha de dentro. Ligo para minha mãe, que consegue uma consulta com o mastologista. Sou avaliada e graças a D´us o possível diagnóstico era de que um ducto havia rompido pelo trauma da bomba. Meses a fio ordenhando 3 vezes ao dia, fora a suga natural do Noah. O médico até sugeriu interromper a amamentação, mas pedi que não o fizesse. Ele então pediu a não ordenha até o resultado do ultrassom. Exame feito e constatado o rompimento por trauma. Ufa! Um grande alívio depois de mil maus pensamentos terem me assombrado. Mas, a ordenha teve que ser diminuída para 1 vez ao dia. Sendo assim, quando não posso estar presente, Noah toma fórmula, o que tem ocorrido 1 ou 2 vezes ao dia, no máximo. Há vezes que nem preciso. Foi dificil aceitar, mas da mesma forma que enfrentei o meu não parto, decidi ser feliz com o meu possível. Amamento 90% das vezes o meu pequeno e o medo dele largar o peito já passou. Entre mim e meu bebê está tudo ótimo. Dificil mesmo é encarar a obsessão de que é tudo ou nada: parto, amamentação, trabalho fora de casa, educação A ou B...nunca foi tão dificil ser mãe sem culpa. Os olhares e textos por aí criam um modelo ideal inatingível e eu estava me cobrando demais e sofrendo demais para ser esse modelo. Por duas vezes foi preciso meu corpo sangrar para que eu reconhecesse meu limite e entendesse que não preciso ser super em tudo! A cobrança é lá fora, porque aqui dentro da minha casa tenho o amor dos meus filhos e marido independentemente do leite materno ou da fórmula, da cesárea ou do parto normal, da educação assim ou assado. A gente faz um monte de planos e espera que tudo saia conforme o script mas nem sempre isso é possível. Perder tempo deixando de ser feliz por causa da mudança na rota é desnecessário logo em nossos dias em que o tempo corre tanto e contra a gente. Já disse o poeta e não à toa: Navegar é preciso. Viver não!


Super higienização no quarto do Noah (publipost)

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 Consegui sentar 10 minutinhos para agradecer a empresa Zelar que veio fazer uma higienização no quarto do Noah a fim de retirar aquelas impurezas que não conseguimos enxergar! O resultado é incrível!! Vocês vão ver o antes e depois abaixo! Segue a explicação dos serviços da Zelar aqui em Manaus:


Somos a Zelar - Soluções em Limpeza, empresa criada por dois jovens empreendedores amazonenses que traz à Manaus um novo conceito de limpeza para sua casa, empresa ou indústria e que agora introduz ao marcado novidades e serviços exclusivos, como o de higienização de ambientes, colchões, quartos de bebe, pelúcias, sofás, etc.
Segue uma breve descrição do serviço para conheça melhor o serviço que estamos tratando:
Realizada com a Rainbow Machine, um equipamento inteligente de limpeza e higienização que utiliza apenas água como elemento filtrante, sendo capaz de reter até 99% das impurezas existentes, dentre elas ácaros, poeiras e bactérias que são um risco a nossa saúde. O equipamento é certificado pela AAFA (Fundação Americana de Asmáticos e Alérgicos).
Com foco na SAÚDE o processo de higienização visa trazer bem estar para sua família e um ambiente mais agradável e livre de potenciais enfermidades para aqueles que vivem no local, principalmente recomendado por médicos especialistas para crianças e recém-nascidos.
Higienizamos sofás, colchões, tapetes, carpetes, cortinas, travesseiros e almofadas em geral, todos os tipos de pelúcias, berços, carrinhos de bebês, cadeirinhas de bebês e os mais diversos itens estofados.
Nosso serviço é  totalmente natural, sem uso de químicos. Elimina ácaros, poeira, pelos de animais além de outros causadores de alergias e problemas respiratórios. Conte com a zelar para cuidar da saúde da sua casa. Entre em contato conosco através do número: 98126-0270





Maiores informações podes encontrar nos seguintes endereços: www.zelarsolucoes.com www.facebook.com/zelarsolucoes

Olhem só quanta impureza acumulada!!!



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