Marido chega e diz:
- poxa, saí de 1.º lugar na sua vida pra 4.º!!
- como assim, amor?
- ué, em 1.° agora é o Daniel, em 2.° a Piaf, em 3.° o blog e em 4.° estou eu! (voz indignada)
- hummmm (pensei comigo mesma que isso porque ele esqueceu de mencionar o iphone!!! Abafa, gente!!! Hahahahahahahahaha).
P.S: Brincadeirinha, amor...você, há quase 15 anos, conquistou um lugar só seu que nem entra no ranking! :P
"Afinal, o que querem as mulheres?"
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Fim de semana passado, o mundo virtual do instagram "congestionou" com as fotos do chamado casamento do ano de uma blogueira (ou bloguista, como andam dizendo por aí) paulistana. Foram muitos comentários sobre o intitulado "Casamento da Princesa Lalá". Bom, quanto ao casamento, nada a declarar. Afinal de contas, foi um casamento bonito e cheio de pompa, conforme o gosto da noiva. E gosto, cada um tem o seu. O que me fez falar sobre isso, foram os comentários SOBRE o casamento. Foi uma enxurrada de tweets comparando o evento ao da hoje intitulada Duquesa Kate Middleton etc. E aí, fui me lembrar que na época do casamento da ex-plebeia, o mundo parou para assistir a cerimônia do casamento real. Tanto que aqui no Brasil, várias mocinhas - e mulheres também - (fui uma delas) acordou mais cedo para ver o conto de fadas se tornar realidade. E então que eu me lembrei do fenômeno "literário" 50 tons de cinza, que encabeça a lista dos mais lidos, semanas a fio. Um livro bem machista, por sinal, mas, que fez muitas mulheres ficarem a sonhar com o tal Sr. Grey, o qual virou o novo "Príncipe Encatado" mais desejado do planeta Terra. O que eu quis dizer com toda essa historinha? É que entra século e sai século e me parece que mesmo depois de tantas conquistas, as mulheres continuam a desejar as mesmas coisas que nossas tataravós?! Será? Bom, para algumas, acredito que sim, né? Senão, como explicar essa euforia enlouquecida por um casamento de alguém que sequer se conhece? Ou, por que tanta alegria por uma plebeia chegar tão perto de se tornar alguém da realeza, como nos contos de fadas? E, por que cargas d'água um livro extremamente machista, que fala sobre a mulher ser submissa ao seu dominador, faz tanta gente SONHAR com o "mocinho" da historia, mesmo que ele possa, quando tiver a fim, dar uma surra na mulher "amada"??? Quanto contrassenso!!!!! Em um mundo em que tanto se luta pela igualdade dos sexos, faz-se passeatas abaixo à violência contra a mulher, luta-se pela mulher no mercado de trabalho, fala-se em busca da felicidade sem a necessidade de um homem ao lado, exemplos de mulheres que são provedoras do lar e tantas discussões sobre a mulher do século XXI, ver esses fenômenos de sonhar com o príncipe encantado e amar um livro um tanto violento, e quando digo violento, não me refiro às sessões de sadismo não, a violência está muito mais nas palavras dirigidas à mocinha. Em muitas passagens ela se arrepende de ter dito algo porque vai deixá-lo enfurecido!! Onde já se viu?? Desculpa, gente! É que acordei meio indignada! "Afinal, o que querem as mulheres?" É claro que tenho meu lado mulherzinha aflorado, tendo em vista que fui criada por mãe e avó, que me ensinaram, inclusive, que eu deveria servir o prato do meu marido nas festas, porque boa esposa é assim. Mas, minha pouca rebeldia não me permitiu seguir esses e outros conselhos e nem por isso deixo de ser boa esposa. Não sou a favor do feminismo exacerbado que andam pregando por aí, porém, não posso concordar com essa apologia ao sexo frágil não. Nem tanto ao céu, nem tanto ao mar...
O Halloween que passou!
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Esse mês não teve mêsversário porque já já teremos os 2 aninhos pra comemorar...resolvi, então, matar a saudade do Halloween que preparei ano passado pra comemorar os 11 meses do Dan:
Frase do dia
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Li uma frase dia desses que achei interessante postar: "A culpa é o reverso da onipotência. Quem se reconhece como um reles mortal, falível, não sente tanta culpa." (Lidia Aratangy para Revista Lola)
Acho que esse é o "mal" de toda mãe...achar que é onipotente. E, talvez por isso, venha sempre o sentimento de culpa quando as coisas não saem exatamente como planejamos ou quando sentimos necessidades próprias ao invés de pensarmos só nos filhos. Deixo a frase para pensarmos melhor sobre essa culpa que tanto "gostamos" de carregar!
Transformações externas
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Dia desses, o blog Recanto das Mamães Blogueiras postou sobre mudanças que podem nos fazer bem. Então, como eu já postei tanto sobre as mudanças internas que a maternidade me provocou, resolvi postar sobre as mudanças externas. Meus cabelos, quanta diferença!!!! Quase não me reconheço!!! Antes da gravidez, meus cabelos eram castanhos. Depois que o Dan nasceu, meus cabelos ficaram quase negros. Aí, né, comecei uma mechinha aqui e outra ali...deu no que deu!! Hahahahahahaha
Daniel e a bronquite
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Fim de semana passado, fomos pegos de surpresa! Dan começou a ter um febrão e uma tosse muito feia e atípica. Eu não quis esperar nem mais um dia e o levei para emergência. Raio X indicou uma bronquite...desde então, os dias não têm sido fáceis. A bronquite deixou-o muito cansado, sem vontade de brincar, de dançar vendo os DVDs que ele ama, sem condições de ir à escola, enfim, sem ânimo para nada! Parte meu coração vê-lo assim. Além disso, as madrugadas têm sido agitadas e a conclusão a que chego é que quando filho adoece, a gente volta à época em que eles são recém-nascidos. Ou seja, estou um panda de novo, com as olheiras enormes do sono interrompido já há 4 dias...e a manha??? Tudo chora...um dengo só...e como ele está caidinho, acabo fazendo todas as vontades...já vi que vai ser difícil botar ordem na casa quando ele melhorar!! Ta beeem mal acostumado!!
Agora sou eterna
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Unknown
Pensar que o fim um dia chega para todos - e isso é além da nossa vontade - nos faz tão, tão humanos...e por mais que a medicina evolua e a gente consiga prorrogar o dia de partir dessa para melhor (ou não), não tem jeito! Iremos partir. E pensar em partir é triste porque a gente tem ao nosso redor pessoas que amamos tanto e de quem não queremos nos separar jamais. Porém, mais cedo ou mais tarde, vai acontecer. Antes de ser mãe, eu era bem mais corajosa e, confesso, eu até debochava de quem tinha medo de morrer. Mas, depois do Daniel, é claro que esse tipo de preocupação ronda a mente porque não queremos partir antes de deixar nosso rebento pronto para estar só. Mãe tem esse sentimento de ser onipotente, onipresente, oni qualquer coisa...acha que jamais vai adoecer ou vai faltar para os seus. Ledo engano. Mãe sim, infalível nunca! Mas, deixando de lado a parte triste de sermos humanos por termos data pro fim, penso que o homem (lato sensu) é muito prepotente ao imaginar que poderia enganar D'us (ou a natureza, se você preferir) e seguir nessa vida junto com as rochas. Passamos a vida lendo que tentam, a todo custo, prolongar a vida até quem sabe alcançar a eternidade. Tolos, somos muito tolos. A eternidade já nos foi entregue e não foi necessário qualquer esforço nosso. Os filhos são os responsáveis por nos tornarmos imortais. A prova disso é que me olho no espelho todos os dias e vejo tanto de minha avó e de minha mãe em mim. Quase posso ter minha avó de volta de tanto dela que em mim ficou. Isso não é ser eterno? Dan, em tão pouco tempo de vida, já tem tanto de mim que chego a me assustar. Ele já é um pedaço meu e ele será um pedaço de seus filhos e dos filhos de seus filhos. Que maravilha, não? Certamente nenhum homem seria capaz de pensar em algo tão fantástico para se tornar eterno. Somos egoístas demais para isso...
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